A série histórica de produção e importação de chapas acrílicas no Brasil, divulgada pelo ILAC desde 2007, atingiu seu recorde: 17.902 toneladas. A relação de produção x importação se inverteu totalmente nesses últimos anos, pois deste volume alcançado em 2025, cerca de 92% são chapas importadas. O aumento de quase 19% entre 2024 e 2025 também deve ser comemorado, pois implica em significativo fortalecimento do mercado e de suas empresas. Convém citar que as exportações de chapas acrílicas em 2025 foram de 214 t, ou seja, 1,2% do total de 17.902 t de importação e produção. Como “o jogo nunca está ganho”, resta às empresas do setor aproveitarem essa oportunidade de valorizar os produtos em acrílico.

Chapas de policarbonato
A partir dos dados do Sistema Comex Stat – https://comexstat.mdic.gov.br/pt/home , do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), foi elaborada essa tabela comparativa de importações (com preços CIF) x exportações de chapas de policarbonato.
Os volumes de importações são bastante inferiores aos de chapas acrílicas e as exportações são tímidas. Pode-se notar uma tendência de crescimento das importações nesses últimos três anos: 2023 a 2025. Ainda não temos dados de produção de chapas de policarbonato no país, no entanto, alguns dos principais produtores são: Polyvantis (associado ILAC) e Metalma.
Chapas de poliestireno
Para consolidar os resultados dos mercados de chapas plásticas de 2025, segue, a seguir, os dados de produção nacional, importação e exportação das chapas de poliestireno cristal e alto impacto (PS + PSAI). O volume de produção é estimado, no entanto, podemos confirmar desvio máximo de +/- 5%. Alguns principais produtores no Brasil: Metalma, Isoforma, MMS Plásticos, Maxpoli e Mil Plast.



